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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Artesanato infantil para o dia das mães


Hoje aprenderemos como fazer um artesanato infantil para o dia das mães; muito simples de fazer e que irá lhe ajudar a enfeitar a sala ou o quarto da sua mãe de um jeito bem bacana. Não duvide e comece logo a fazer estes balões de lã e faça deste dia das mães uma data muito especial.

Materiais:
20 metros de lã
1 balão
Cola branca
Água
Uma tigela
Fita em uma cor que combine com a cor da lã
Passo-a-passo:
Corte os 20 metros de lã em porções de 1mt. Pegue a tigela e coloque dentro partes iguais de água y cola; misture bem e coloque a lã dentro da tigela, cuidando para molhá-la toda com a cola.
Encha o balão até que tenha o tamanho aproximado ao de uma bola de futebol. Pendure o balão; pode ser em alguma corda no pátio ou em qualquer lugar que fique livre para trabalhar com ele. Depois comece a colocar a lã ao redor do balão, fio por fio, cobrindo bem toda a superfície.

Uma vez que você tiver colocado toda a lã ao redor do balão, deixe que a cola seque bem. Espere até ter certeza de que toda a cola secou, depois fure o balão.
Quando você furar o balão irá ficar unicamente com a estrutura de lã, que é a que você usará para enfeitar. Amarre o balão de lã com um pedaço de fita e pendure-o onde desejar. Você pode fazer este trabalho com todas as cores que desejar.
  • Artesanatoinfantil parao dia das mães1Artesanato infantil para o dia das mães

Fonte:www.oartesanato.com

sábado, 28 de abril de 2012

DIA DA EDUCAÇÃO - 28 DE ABRIL

DIA DA EDUCAÇÃO


Como adquirimos todos os conhecimentos que temos? A maior parte do conhecimento humano se dá através do processo de educação.

Geralmente, quando se fala em educação, pensamos imediatamente em escolas, alunos, professores, livros, materiais pedagógicos. Ou seja, a palavra remete ao universo escolar.

Na escola encontramos nossos amigos queridos com quem brincamos, conversamos e trocamos confidências. Nossos professores nos esperam todos os dias prontos para passarem um novo assunto. Além de transmitirem seus conhecimentos, nossos mestres também estão sempre prontos a nos aconselharem quando é necessário.

No entanto, a escola não é o único lugar onde a educação acontece. A educação existe tanto em sociedades tribais de povos caçadores agricultores ou nômades, quanto em sociedades de países desenvolvidos e industrializados.

Há também a figura dos pais, pois são eles que complementam a educação das crianças, ensinando-as o que é certo, como devem se comportar e a respeitar o próximo.
O dia 28 de abril é dedicado a este importante elemento de aquisição e de transmissão de cultura.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Pão de cebola

Exala um aroma maravilhoso enquanto assa e o sabor também é especial.

 

ingredientes


  • 5 xícaras de farinha de trigo aproximadamente
  • 2 ovos
  • 1/2 xícara de óleo
  • 1 envelope de fermix (fermento)
  • 1 xícara de água ou leite morno
  • 1 colher (chá) de sal
  • 2 colheres (sopa) rasas de açucar
  • 1 cebola média
  • 1 gema para pincelar

modo de preparo

Misturar uma parte da farinha de trigo,fermix, sal e o açucar.
Bater no liquidificador:água ou leite,ovos,óleo e a cebola picada.
Juntar aos ingredientes secos já misturados.
Colocar aos poucos o restante da farinha de trigo.Sovar e deixar descansando por 1/2 hora.
Modelar os pães no formato desejado (pãezinhos, de forma .....).
Colocar em assadeira ou forma untada.
Deixar crescer até dobrar de volume.
Pincelar gema misturada com gotinhas de azeite.
Assar por cerca de 50 minutos ou até dourar.

Fonte: globo.com

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sugestões de atividades para o Dia do Trabalho... 

Dia do Trabalho


Fonte:: http://www.pragentemiuda.org/2009/04/especial-dia-do-trabalho.html#ixzz1t4k14cSD

quarta-feira, 25 de abril de 2012

ESPECIAL PARA O DIA DAS MÃES

Olá pessoal!!!

Já estou postando o Especial para o Dia das Mães.
Logo, logo estarei postando mais novidades.

Projetos

Idéias Variadas
Músicas
Lembrancinhas
Em breve mais novidades!
Fonte: http://www.pragentemiuda.org/#ixzz1t4ff0une

domingo, 22 de abril de 2012

Descobrimento do Brasil, - 22 de abril

O descobrimento do Brasil, aconteceu no dia 22 de abril de 1500, pelos europeus deu-se no contexto da expansão marítima que ocorreu em fins do século XV. A suspeita da existência de terras a ocidente era bastante forte, sobretudo, após a primeira viagem de Cristóvão Colombo (1492), o que explica a insistência do rei de Portugal dom João II durante as negociações do Tratado de Tordesilhas (1494) para estender até 370 léguas a oeste de Cabo Verde as possíveis terras portuguesas. A presença de navegadores espanhóis no litoral brasileiro em 1499-1500 é discutida.

É o caso, por exemplo, de Alonso de Ojeda, que teria chegado ao Rio Grande do Norte, de Vicente Yáñez Pinzón, que partiu de Palos, em 18 de novembro de 1499, e positivamente desembarcou no litoral do brasileiro. Chegou ao cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, que chamou de Santa Maria de la Consolación. No entanto, alguns historiadores acham que pode ter sido a ponta de Mucuripe ou a ponta da Jabarana, no Ceará. Seguindo em direção noroeste descobriu a embocadura do rio Marañon e a do Orinoco que chamou de mar Dulce. Ainda no litoral norte descobriu o cabo de São Vicente, atualmente cabo Orange.
Um mês depois da partida de Pinzón, Diego de Lepe seguiu a mesma rota explorando a costa do Brasil ao sul do cabo de Santo Agostinho. Do lado português, é provável que Duarte Pacheco Pereira, autor do Esmeraldo de situ orbis, tivesse estado no Brasil em 1498 ou 1499. Entretanto, a descoberta oficial deu-se com a expedição de Pedro Álvares Cabral, fidalgo português nomeado pelo rei para comandar a expedição que se destinava à Índia, dando continuidade à abertura da rota para aquela região descoberta, em 1498, por Vasco da Gama. A frota de Cabral era composta por 13 navios, financiados com capitais reais e particulares, inclusive de comerciantes estrangeiros.
Partiu de Lisboa no dia 9 de março de 1500. Acompanhavam Cabral navegadores experientes como Bartolomeu Dias, o descobridor do Cabo da Boa esperança, Nicolau Coelho, Sancho de Tovar e Gaspar de Lemos. A viagem até o Brasil estendeu-se até o dia 22 de abril, quando foi avistado no litoral sul do estado da Bahia um monte, batizado de monte Pascoal. A nova terra foi primeiramente chamada Vera Cruz e, no ano seguinte, Terra de Santa Cruz. Só posteriormente seria denominada Brasil em decorrência da abundância da árvore pau-brasil existente, no século XVI, na mata Atlântica. A esquadra permaneceu no Brasil até o dia 2 de maio, tendo sido rezadas duas missas, pelo franciscano frei Henrique de Coimbra (26 de abril e 1º de maio). Foram feitos contatos com indígenas e deixados alguns degredados. A expedição seguiu viagem para a Índia, enviando-se Gaspar de Lemos de volta a Portugal para informar ao rei a descoberta. O principal documento que narra tais eventos é a carta escrita ao rei dom Manuel I, o Venturoso pelo escrivão Pero Vaz de Caminha.
Fonte: www.brasilnoar.com.br

Dia Internacional do Planeta Terra - 22 de abril

Acompanhando a onda da expansão ultramarina, Portugal, pequeno país do Oeste Europeu, reuniu um contingente de cerca de 1.500 homens a bordo de 13 embarcações, e rumou para "mares nunca d´antes navegados". Estava a frente da expedição o homem que entraria para a história: Pedro Álvares Cabral.
Desde os anos 70, o Ibama coordena as festividades do dia do Planeta Terra no dia 22 de abril, coincidindo com as comemorações do descobrimento do Brasil. Segundo o órgão brasileiro, o país tem atingido seus objetivos no que concerne à conscientização da população em relação à questão ambiental, acrescentando que existem hoje 2 mil organizações que atuam nessa área.

O planeta Terra tem, aproximadamente, 5 bilhões de anos, e muitas são as teorias a respeito de seu surgimento. Para ficar como a conhecemos atualmente, ela passou por eras glaciais, terremotos, maremotos e todo tipo de intemperismo. Antes parcamente habitada, a população humana hoje contabiliza 6 bilhões de pessoas.
Tanta era para se transformar no que é hoje, a Terra merece de nós todo o cuidado e respeito. Para mantermos o equilíbrio do planeta é necessário conscientizar-se da importância dele, a começar pelas crianças. Vale lembrar que os recursos naturais, essenciais para a vida, em sua maioria não são renováveis. O pensamento deve ser global, mas as ações podem partir de cada comunidade. Os pequenos atos fazem a diferença, e o planeta agradece.

Respeite o planeta!

Ao visitar ambientes naturais resista à tentação de levar "lembranças" para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc. onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.
Não compre produtos em embalagens de aerossol, como cosméticos e inseticidas. Essas embalagens normalmente contêm Clorofluorcarbonos (CFCs), que são os gases responsáveis pela formação do buraco na camada de ozônio.
Abra a torneira somente quando for usar a água. Por exemplo, enquanto escova os dentes, pode deixá-la fechada, abrindo novamente só na hora de enxaguar a boca. Faça o mesmo enquanto estiver ensaboando as mãos, caso contrário, estarão desperdiçando cerca de 7 litros de água. Enquanto faz a barba com a torneira aberta, um homem chega a desperdiçar cerca de 65 litros de água.
Devemos reciclar o lixo e evitar o desperdício. A reciclagem diminui o lixo e faz surgir novas invenções.
O meio ambiente não nos pede nada, pelo contrário, nos dá tudo. Cuidar dele, sem se preocupar em receber algo em troca, é uma necessidade vital.
Fonte: Green Peace

sábado, 21 de abril de 2012

DIA DE TIRADENTES - 21 de abril


Joaquim José da Silva Xavier nasceu na Fazenda do Pombal, entre São José del-Rei (atual Tiradentes) e São João del-Rei, em 1746. Filho do português Domingos da Silva dos Santos e de Antônia da Encarnação Xavier Brasileira, perdeu a mãe aos nove e o pai aos onze anos.
Seu padrinho, que era cirurgião, o acolheu ensinando-lhe noções práticas de medicina e odontologia, de onde lhe adveio o apelido de Tiradentes. Morreu solteiro, mas consta que manteve relações com uma viúva, moradora nos arredores de Vila Rica, com a qual teve uma filha natural de nome Joaquina.


Tiradentes
Mesmo sem ter feito estudos regulares, adquiriu razoável soma de conhecimentos. Com pouco mais de 30 anos, sentou praça no Regimento dos Dragões de Minas Gerais, sendo nomeado pela rainha D. Maria I, em 1781, comandante de patrulha do Caminho Novo, estrada na qual eram transportados para o Rio de Janeiro o ouro e os diamantes extraídos na Capitania de Minas Gerais.


Estátua de Tiradentes, do italiano Virgílio Cestari, foi erigida segundo decreto de 1891
da Constituinte Mineira e inaugurada em 21 de abril de 1894.
As peças em granito vieram do Rio de Janeiro e os ornamentos em bronze, da Argentina. Sonhador e idealista, Tiradentes envolveu-se profundamente na Inconfidência Mineira. Em 1787, pediu licença de seu regimento e viajou para o Rio de Janeiro, onde conheceu José Álvares Maciel, recém-chegado da Europa com novas idéias políticas e filosóficas. De volta a Vila Rica, em 1788, passou a divulgar publicamente os ideais do movimento, intensificando sua articulação.
Denunciada a conspiração por Joaquim Silvério dos Reis, em 1789, Tiradentes foi preso no Rio de Janeiro, permanecendo incomunicável numa masmorra escura por quase três anos. Durante o processo de investigação, denominado Devassa, foi ouvido quatro vezes e confrontado com seus denunciadores e co-réus. A princípio negou tudo, mas diante de outros depoimentos assumiu a responsabilidade do levante, inocentando os demais conspiradores.
Sua sentença de morte foi lida a 18 de abril de 1789 e, três dias depois, foi executado em forca erguida no campo da Lampadosa (hoje Praça Tiradentes), no Rio de Janeiro. Além de enforcado, Tiradentes foi decapitado e esquartejado, sua cabeça exposta em Vila Rica e os quatro quartos do corpo dependurados em postes ao longo do Caminho Novo, que ele tantas vezes percorreu. Seus bens foram confiscados e sua memória declarada infame.
Mesmo após a independência do Brasil, em 1822, Tiradentes não seria reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira. Somente em 1867 é que se ergueu em Ouro Preto um monumento em sua memória, por iniciativa do presidente da província Joaquim Saldanha Marinho. Mais tarde, no período republicano, o dia 21 de abril se tornou feriado nacional, e, pela lei 4.867, de 9 de dezembro de 1965, Tiradentes foi proclamado patrono cívico da nação brasileira.
Fonte: www.cidadeshistoricas.art.br

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Especial Descobrimento do Brasil

Olá!!!

Especial do Descobrimento do Brasil, já disponível!!!

Aproveitem!
Em breve mais novidades...

Read more: http://www.pragentemiuda.org/2009/04/especial-descobrimento-do-brasil.html#ixzz1scKu8Pk0

Rocambole de chocolate (sem farinha)


Ingredientes:

Massa:
...

6 ovos
4 colheres de sopa de açúcar
4 colheres de sopa de chocolate em pó

Recheio e cobertura:

1 lata de creme de leite com soro
3 colheres de sopa de açúcar
6 colheres de sopa de chocolate em pó
Modo de preparo:

Massa:

Forre uma assadeira de 24 x 33 cm com papel manteiga.
Pré aqueça o forno a 220 graus C.
Bata as claras em neve, então adicione o açúcar e bata novamente. Reserve.
Em separado, bata as gemas e junte o chocolate. (Aconselho bater à mão, Incorpore a mistura de gemas e chocolate às claras em neve.
Despeje a massa sobre a assadeira, espalhe igualmente com a ajuda de uma espátula e leve ao forno por aproximadamente 20 minutos. Estará pronto quando testando com um palito, ele sair seco.
Tire do forno e desenforme imediatamente sobre um pano úmido coberto com um pouco de açúcar. Enrole apenas a massa com a ajuda do pano para dar forma a ela e desenrole.
Prepare o recheio e cobertura.
Recheio e cobertura:

Coloque todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo, mexendo sempre até encorpar e soltar do fundo da panela.
Espere esfriar e use metade para rechear o rocambole e metade para cobertura.
Montagem:

Coloque metade do recheio sobre o rocambole e espalhe uniformemente com a ajuda de uma espátula.
Com a ajuda do pano enrole e forme o rocambole.
Cubra-o com a outra metade do creme espalhando com a ajuda de uma espátula.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

LENDAS INDÍGENAS

  • A Vitória-Régia
Numa das mais lindas plantas aquáticas do mundo, a Vitória Régia (Euryle Amazônica) tem a folha de formato circular e mede até 1,80m de diâmetro. Parecida a uma bandeja, é bastante resistente e pode agüentar um peso de até 45 quilos. De cor verde na parte virada para cima e interna, e purpúrea na sua borda externa e parte inferior, a Vitória Régia vive em lagos, lagoas e rios de águas tranqüilas. Sua flor de cor branca com o centro rosado, alcança até 30 cms.
A Vitória Régia, com toda a sua beleza e exuberância chama a atenção de quantos a vêem, que ficam verdadeiramente extasiados. E tal aconteceu com o botânico inglês Lindlev que, ao contemplá-la, resolveu homenagear a rainha Vitória, da Inglaterra, e deu à planta o nome da soberana inglesa.
Mas, conforme relata Anísio Melo, nossos índios também não ficaram indiferentes à sua beleza e contam uma linda história para justificar-lhe a origem.
As lagoas e os lagos amazônicos são os espelhos naturais da vaidosa Iaci, a lua. As cunhãs (índias) e as caboclas ao vê-la refletida sentiam toda a inspiração para o amor. Ficavam então no alto das colinas esperando pelo aparecimento da lua, e que com o contato de sua luz lhes chegasse o amor redentor e elas pudessem subir ao céu transformadas em estrelas.
Um belo dia... uma linda cabocla, tomada pelo amor, resolveu que era chegado o momento de transformar-se em estrela. E com este intuito subiu à mais alta colina, esperando poder tocar a lua Iaci e assim concretizar o seu desejo. Mas... ao chegar ao cimo da colina viu a lua Iaci refletida na grande lagoa e pensou que estava a banhar-se... Na ânsia de tocar Iaci para realizar o seu sonho de amor, a bela cabocla lançou-se às águas da lagoa... E ao que pensou tocá-la, afundou, sumindo nas águas...
E a lua Iaci, condoída com o infortúnio de tão bela jovem e não podendo satisfazer seu desejo de levá-la para o céu em forma de estrela, transformou-a na bela estrela das águas, a linda planta aquática que é a Vitória Régia... cuja beleza e perfume são inconfundíveis. Dizem que o local onde o fato aconteceu é o lago Espelho da Lua, situado no município de Faro, na região do Baixo Amazonas Paraense...

  • A Mandioca
Mani era o nome da indiazinha de pele branca como o luar que nasceu para um casal de índios tupis. Era muito mimosa e boazinha, mas nada comia e foi definhando até que morreu, silenciosamente, em sua pequenina rede. Seus pais, compungidos, fizeram seu pequeno túmulo no interior, mesmo, da oca onde moravam. Regada a terra com as lágrimas dos pais desolados e com água pura de uma fonte próxima, eis que uma nova planta germina, rachando a terra com suas grossas raízes. Examinando-as, os índios logo perceberam que, por baixo de uma delgada casca, essas raízes eram brancas como a pele da meninazinha desaparecida e forneciam alimento farto e saudável que tornava os curumins que as comiam mais fortes e belos que os das outras tribos!
  • O Guaraná
Um lindo e bondoso menino da tribo dos Maués é atacado, na mata, por Jurupari, espírito do mal, que, assumido a forma de uma serpente peçonhenta, envenena-o , causando sua morte. Tupã, o deus supremo, vinga-se do mau espírito regando abundantemente com suas chuvas o túmulo do indiozinho, de onde germina uma planta benéfica cujos frutos se assemelham aos grandes olhos da criança desaparecida: o guaraná que, desde então, traz saúde e felicidade à tribo.
  • O Rio Amazonas

Tupã, o maior dos deuses, desejava criar o mundo e os homens... mas era impedido pelo Sol, que amava a Lua com amor tão ardente que queimava tudo à sua volta. Tupã não teve pois outro remédio senão separa-los. A Lua, infeliz, chorou copiosamente. Suas lágrimas, tão doces e abundantes que eram, formaram imensa torrente sobre a Terra, separada das águas do mar, assim nascendo o Amazonas.
Muitas outras lendas como estas relatam a origem da noite, das estrelas, da sucuri ou cobra-grande e outros tantos mistérios da natureza que despertavam a imaginação dos índios. A simples observação dessas curiosas narrativas pode ser suficiente para nos dar conta da atitude do indígena perante a natureza, profundamente diferente daquela que Sioli, muito justificadamente aponta como característica deplorável de nossa cultura européia, basicamente helenística, introduzida na América pelos conquistadores. O índio – tal como a maior parte das culturas orientais tradicionais, como a chinesa – considera-se parte integrante da natureza e não seu proprietário. Se ele mata animais para seu sustento, procede parcimoniosamente, não destruindo mais do que pode comer e, sempre, preservando sua reprodução; se derruba a mata para o plantio de suas roças fá-lo, sempre, em áreas restritas, sem remover os tocos remanescentes do desmatamento, de modo que estes, ainda vivos, rebrotem e cresçam novamente quando, três ou quatro anos depois, essa roça é abandonada à procura de novos locais para implantação da aldeia. Nada é definitivo, nenhuma ação modificadora do meio é irreversível. A terra é considerada sagrada pelo índio não apenas por receber seus mortos, mas principalmente por conservar sua vida.
Essas e muitas outras lendas estão disponíves no site:

terça-feira, 17 de abril de 2012

19 de Abril - Dia do Índio



19 de Abril
Dia do Índio
O Dia do Índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943.

A dificuldade em classificar os povos indígenas do Brasil vem do fato de que a violência, durante cinco séculos de colonização em que tiveram tomadas suas terras, destruídos muitos de seus meios de sobrevivência, proibidas suas crenças religiosas, sendo explícita ou disfarçadamente escravizados, provocou enorme mistura de povos e transferência de áreas.
Há grande diversidade cultural entre os povos indígenas no Brasil, mas há também características comuns:
A habitação coletiva, com as casas dispostas em relação a um espaço cerimonial que pode ser no centro ou não.
A vida cerimonial é a base da cultura de cada grupo, com as festas que reúnem pessoas de outras aldeias, os ritos de passagem dos adolescentes de ambos os sexos, os rituais de cura e outros.
A arte faz parte da vida diária, e é encontrada nos potes, nas redes e esteiras, nos bancos para homens e mulheres, e na pintura corporal, sempre presente nos homens.


A educação das crianças se faz por todos os habitantes da aldeia, desde cedo aprendem a realizar as tarefas necessárias à sobrevivência, tornando-se independentes.
A família podia ser monogâmica ou poligâmica. Deixaram forte herança cultural nos alimentos, tendo ensinado o europeu a comer mandioca, milho, guaraná, palmito, pamonha, canjica; nos objetos, suas redes e jangadas, canoa, armadilhas de caça e pesca; no vocabulário: em topônimos como Curitiba, Piauí, etc; em nomes de frutas nativas ou de animais: caju, jacaré, abacaxi, tatu. Ensinaram algumas técnicas como o trabalho em cerâmica e o preparo da farinha. E deixaram no brasileiro hábitos como o uso do tabaco, mas sobretudo o excelente costume do banho diário.
No Brasil colonial os portugueses tiveram como aliados os índios aldeados, os quais se tornaram súditos da Coroa.

Extermínio

Estimativas da população indígena na época do descobrimento apontam que existiam no território Brasileiro, mais de 1 000 povos, sendo dois a seis milhões de indígenas. Hoje em dia, são 227 povos, e sua população está em torno de 300 mil. As razões para isso são muitas, desde agressão direta de colonizadores a epidemias de doenças para as quais os índios não tinham imunidade ou cura conhecidas.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS ANIVERSÁRIO DO PREFEITO JOSÉ GOMES DA ROCHA -



12 DE ABRIL DE 2012 - CATEDRAL SANTA RITA DE CÁSSIA







PARTICIPAÇÃO DAS CRIANÇAS E FACILITADORES







CRIANÇAS DO PETI FAZEM ENTREGA DE PRESENTE PARA O PREFEITO




Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas

Atire a primeira pedra o pai ou a mãe que nunca pensou em jogar uma no seu filhote. Mas é mmelhor não. Vinte anos de pesquisas mostram: castigo físico não dá bons resultados.
Estudos em várias partes do planeta demonstram uma associação clara entre essa forma de punição e problemas como depressão, ansiedade e vícios, que podem começar na infância e se estender para a vida adulta.
Pesquisar o castigo corporal é um desafio. Em ciência, a metodologia mais usada é o estudo controlado aleatório: dois grupos recebem um ou outro remédio, por exemplo. Mas como fazer isso com palmadas? Um grupo de crianças apanha e outro não?
Por isso, são mais comuns os estudos "prospectivos": são estudadas crianças com níveis de agressão ou comportamento antissocial equivalentes no começo e analisada a progressão do comportamento. Ou "retrospectivos", baseados na memória.
Dois pesquisadores no Canadá --a psicóloga Joan Durrant, da Universidade de Manitoba, e o assistente social Ron Ensom, do Hospital Infantil de Eastern Ontario-- analisaram 20 anos dessas pesquisas, incluindo uma metanálise com mais de 36 mil participantes.
A conclusão de Durrant e Enson: "Nenhum estudo mostrou que a punição física tem efeito positivo, e a maior parte dos estudos encontrou efeitos negativos".
Mas será que isso vale para todo o planeta ou só para as sociedades mais tolerantes do Ocidente? Haveria o mesmo efeito em sociedades acostumadas a níveis altos de agressão no cotidiano, como a violência urbana do Brasil?
"Há uma suposição de que quanto mais comum é uma experiência, menor é o impacto nos membros do grupo que a experimentam. A pesquisa sugere uma resposta a essa questão. Crianças brancas, negras e hispânicas nos EUA, apesar de diferenças na prevalência do uso de castigo corporal, compartilham os mesmos riscos do seu uso", disse Ensom à Folha.
QUEM APANHA MAIS
Os melhores estudos sobre a "prevalência da palmada" foram feitos nos EUA. Conhecendo os adolescentes, poderia se esperar que eles seriam os alvos mais naturais.
Mas são as crianças menores que mais sofrem castigo. "Nos EUA, quase todas as crianças da pré-escola levaram palmada. Provavelmente porque são ativas e inquisitivas e têm compreensão limitada de perigo ou das necessidades dos outros", diz Ensom.
Certo, qual a opção, então, ao tapinha "corretivo"? Os pesquisadores falam em "disciplina positiva". A autoridade dos pais continua existindo, mas sem violência.
"A disciplina positiva ensina pacientemente em vez de punir arbitrariamente. Se você espera que uma criança arrume seus brinquedos e ela foi lembrada de fazê-lo, mas mantém a TV ligada em vez disso, é razoável que os pais digam: 'Sem TV até você arrumar seu quarto'", exemplifica o pesquisador.
Bater em uma criança só a ensina a usar agressão, segundo outro pesquisador do tema, George Holden, da Universidade Metodista do Sul, de Dallas, Texas, sul dos EUA.
"Existe um debate sobre o fato de crianças serem menos afetadas pelo castigo se essa for uma prática aceita na sociedade em que ela está. Estudos descobriram que a frequência cultural do castigo é um 'moderador' dos efeitos", disse Holden à Folha.
Segundo Holden, que no ano passado coordenou uma conferência para promover o fim do castigo corporal, as palmadas são mais frequentes de dois a cinco anos.
"Alguns pais batem em crianças mais velhas, talvez 10%, e alguns continuam a usar o castigo corporal em adolescentes", diz ele.
O brasileiro apanhou muito quando era criança ou adolescente, mas os americanos apanharam mais.
Pesquisa de 2010 com 4.025 pessoas com mais de 16 anos em 11 capitais do país revelou que 70,5% sofreram alguma forma de castigo físico quando jovens. Já nos EUA, a porcentagem passa dos 90% --e fica em torno dos 10% na Suécia, segundo o cientista social Renato Alves, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP.
"É difícil fazer pesquisa com criança", diz Alves. Ainda mais porque os pais estão junto e eles podem estar castigando os filhos.
O tema afeta a delicada área dos direitos individuais e da intromissão do Estado na vida privada. Como demonstraram os debates no ano passado sobre a Lei da Palmada --projeto de lei para proibir castigos físicos em crianças e adolescentes, em tramitação no Congresso.
Há pais que defendem o direito de disciplinarem suas crias da maneira que bem entenderem. Mas defensores dos direitos humanos sustentam que eles "começam em casa". E, claro, há o fato de o Brasil ser signatário da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança.
Mas Alves diz que há pouca chance de a Lei da Palmada vingar. Ele nota a ironia: um adulto bater em outro é crime, mas um adulto bater na sua criança não é.
A Sociedade de Pediatria de São Paulo acaba de lançar o Manual de Atendimento às Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência. Na publicação, que será distribuída a profissionais, a entidade afirma que a violência doméstica começa com a palmada.
CHINELO E PAU
Dos brasileiros que afirmaram ter apanhado, a maioria --42%-- afirmou ter apanhado pouco; só 11,4% levavam tapa "quase todos os dias". O mais comum era levar palmada (40,1%), apanhar de chinelo (54,4%) ou de cinto (47,3%); só uma minoria corria riscos maiores ao apanhar de pau ou objetos semelhantes (12,2%). Claro, os percentuais passam de 100% porque os pais variavam a forma de castigar os rebentos...

Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: folha.com